Objetivo - Ser referência em informações sobre gerenciamento da comunicação em situações de crise.

Como Steve Jobs enfrentou a crise do iPhone 4

Na semana passada, um executivo tão acostumado ao incenso, pelo sucesso dos produtos que cria, teve seu momento de fraqueza. Steve Jobs, o poderoso dono da Apple, uma das empresas de tecnologia mais badaladas do mundo, enfrentou uma platéia hostil para explicar os problemas que afetam o não menos badalado iPhone 4. Desde o lançamento, o novo gadget de Jobs foi criticado pela mídia internacional e alvo de críticas dos usuários, pelos problemas ocorridos com a antena. Um simples movimento bastava para perder o sinal e desconectar o novo iPhone, principalmente em áreas de baixa cobertura. O caso foi desdenhado por Jobs, ao chamá-lo de antenagate, em alusão a um escândalo que a mídia cria e não tem sustentação.

A Apple inicialmente minimizou o problema, chamando-o e um “não-assunto”. Recomendou os usuários comprar um estojo de proteção ou segurar o fone de maneira diferente, segundo a revista PCWorld. Depois a empresa culpou o acesso aos sinais do telefone e prometeu um software para melhorar. Finalmente, diante do aumento das queixas, convocou a imprensa na qual Jobs admitiu que o iPhone 4 não é perfeito.

Receita só encerra crise do dossiê com ampla informação

A Secretaria da Receita Federal, uma das repartições mais respeitadas do serviço público, nos últimos tempos tem arranhado a boa reputação com crises bizarras. São atos de gestão, responsáveis por crises, que poderiam ser resolvidas rapidamente, se houvesse disposição de esclarecer e punir os culpados.

As falhas de comunicação na crise da BP

Uma semana depois de uma das plataformas da BP, no Golfo do México, começar a vazar petróleo no mar, o CEO da empresa, Tony Hayward, visitou o escritório da Reuters, em Londres. Relato do jornalista Tom Bergin, publicado no site da agência de notícias no fim de junho, expõe as falhas de relações públicas da BP na condução do maior acidente ecológico dos EUA.

Jornal do Brasil deixa de circular e só fica on-line

A mídia impressa está em crise. E o jornalismo brasileiro está de luto. Os controladores do Jornal do Brasil anunciaram esta semana o encerramento da edição impressa do jornal. Fica somente a versão on-line. Com o fim da versão impressa, encerra-se um ciclo da imprensa brasileira. Foram 119 anos de circulação de um dos mais fortes e importantes jornais do país. Começou a circular em 9 de abril de 1891, nos primeiros anos da República. Ironicamente, foi o primeiro jornal no país a ter uma versão na internet.

O caso Bruno e a imagem do Flamengo

Não é de hoje que as grandes corporações se veem às voltas com erros, escorregadas e até crimes de executivos e funcionários. Todo dia acontece. Assim também sucede com clubes de futebol, igrejas, partidos políticos, enfim, com todas as instituições.

Como se preparar para uma crise

A forma como uma organização se prepara para enfrentar eventuais crises é decisiva para definir se a empresa sairá ou não chamuscada de acontecimentos negativos, que ameacem sua reputação. Mas existe algum roteiro básico com práticas para as instituições se prepararem para crises? Ensaio sobre o tema, de autoria do Consultor americano de crises Jonathan Bernstein, pode ser encontrado no site Mission Mode.

General americano fala demais à revista e acaba demitido

Declarações bombásticas, publicadas pela revista Rolling Stone, do general Stanley McChrystal, comandante das forças americanas no Afeganistão, acabou causando sua demissão. A rápida decisão do presidente Obama de demitir o general mostrou a reação do governo dos EUA a uma demonstração de indisciplina de um comandado. Por isso Obama agiu rápido, como recomenda o mandamento básico para evitar uma crise.

Crise da BP vira laboratório de gestão de crises

O afundamento da plataforma da British Petroleum, que provocou o vazamento de milhões de litros de petróleo no Golfo do México, desde 20 de abril, transformou-se num laboratório para estudar gestão de crises. Tanto pela atuação das empresas envolvidas, quanto pela atitude ou desempenho dos principais executivos. Muito material foi produzido sobre o tema. Certamente continuará a gerar artigos, opiniões e conselhos para situações semelhantes, algumas que poderão ser exemplos para empresas do mesmo porte.

Empresas de melhor reputação se destacam pela inovação

Google, Sony, The Walt Disney Company, BMW, Daimler/Mercedes-Benz, Apple, Nokia, IKEA, Volkswagen e Intel são as dez empresas de melhor reputação no mundo, segundo o Reputation Institute. A escolha foi o resultado de pesquisa feita no início deste ano com clientes de 32 países para medir a reputação das 600 maiores empresas mundiais, por faturamento.

Gestão de crise da BP falha e mancha reputação

Obama já perguntou que “traseiro ele deve chutar” para cobrar a conta do maior desastre ambiental da história americana. Nesta semana, autoridades e ambientalistas questionaram se a BP deveria pagar dividendos aos acionistas ou suspender o pagamento, até que se calcule o prejuízo causado pelo acidente. Como resultado da tragédia, e da exposição negativa do nome da empresa no mundo, seu valor de mercado já caiu 40% desde abril. Sob todos os aspectos, financeiro, político, de reputação e imagem, uma das maiores crises dos tempos modernos.

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